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Nível 3

Lógica de exclusão

O último recurso, e continua a não ser adivinhar — experimenta uma casa, empurra a lógica fácil dois passos, e exclui-a quando o tabuleiro se parte.

RiscarUma rainha na linha 1, coluna 1 parte o tabuleiro uns passos à frente.

Todos os puzzles aqui são resolúveis sem adivinhar. Mas «sem adivinhar» não significa «sem hipóteses»: há uma diferença real entre experimentar uma casa e ficar com ela porque nada correu mal, o que é adivinhar, e experimentar uma casa e rejeitá-la porque alguma coisa correu mal, o que é uma prova.

O método:

  1. Escolhe uma casa que ainda pareça possível.
  2. Finge que a rainha está ali.
  3. Aplica só as técnicas baratas — adjacência, conclusões, contenção.
  4. Se alguma linha, coluna ou cor ficar sem sítio para ir, a casa é impossível. Risca-a e esquece a hipótese toda.
  5. Se nada se partir, não aprendes nada. Desfaz e experimenta noutro sítio.

O passo 5 é a disciplina. Uma hipótese que não rebenta não te diz absolutamente nada, e tomá-la por encorajamento é a forma de se acabar com um tabuleiro irresolúvel vinte jogadas depois.

Manter isto honesto

Duas regras impedem que isto se torne tentativa e erro:

Onde se encaixa

Recorre a ela só quando a contagem, a contenção e os aglomerados estiverem todos calados. Nos nossos tabuleiros isso é raro — quase todos os que precisam disto precisam exatamente uma vez, para quebrar uma casa teimosa, depois do que o resto cai por conclusão de região.

Experimenta num tabuleiro de treino ou no tabuleiro de hoje.